Vilões – Pt. 2
Dando continuidade aos vilões, vamos para a segunda parte da campanha. Essa saga foi que trouxe menos vilões propriamente ditos. Caras com maldades premeditadas. Tanto que sequer nomes tinham os coitados. Toda a ação ficou por conto dos nossos Goblins samurais!
Saga A Jóia do Império
Velho Elfo
Histórico
Havia muito que este elfo de Khorvaire era professor e servia como membro do conselho da universidade de Wynarn. Sempre fora um homem pacato, porém muito racista no que diz respeito aos grupos de monstros (excetuado os goblins que ele sempre admirou pelo império Dakhaani). Com o desastre financeiro que tomou a instituição, ela foi forçada a fazer uma abertura e recepcionar todo tipo de alunos, incluindo gnolls, orcs e coisas do gênero. Decidiu então que deveria livrar-se do reitor. O primeiro plano foi realizar inúmeros assaltos à universidade até seu rival ser assaltado, mas com a intromissão da rosa dos ventos, ele foi obrigado a atitudes mais drásticas.
Desenvolvimento
O homem era um DuskBlade com uns bons níveis, o suficiente para ser uma bela máquina de pancada, chegando inclusive a matar a personagem do Jonh. Fora isso ele trouxe o elemento chave para a resolução do mistério. Eu achei que foi um vilão que marcou pouquíssimo, foi mais um desafio de combate, mas serviu à seus propósitos.
Hobgoblin Demoníaco
Histórico
Eis o típico vilão de malha, algo que o mestre achou legal e desafiador colocar, mas que num tem muita história. Os Portadores do manto, um grupo de goblinóides que queriam restabelecer o império Dakhaani, estavam roubando as peças imperiais da universidade e buscando a Jóia do Império, famoso artefato capaz de libertar uma criatura diabólica. Desta forma, eles eram goblins lidando com demônios, talvez rolasse algum adoração, então por que não o líder deles não ser um meio abissal?
Desenvolvimento
Foi um bom vilão no combate. Deu trabalho e garantiu momentos épicos de ação dentro de uma sala de 4X4. Fora isso, ninguém lembra dele. Outro destaque é que foi um dos pouquíssimos vilões que a Rosa dos ventos chegou a matar e não prender.
Como disse, uma saga vazia de vilões, por isso talvez tenha sido a menos marcante, se não pelo magnífico artefato que acabo sendo confiscado pela rainha, mais cedo ou mais tarde.