Era uma vez…
O inverno era bastante rigoroso em FairHaven.
A lareira estava acesa durante todo o dia, mas havia carvão de sobra para meses de gelo e também havia comida de sobra para todos da casa. O gato não saia de perto da lareira, ficava a uma distancia segura das pequenas fagulhas e faiscas que de lá saiam de vez em quando… era fim de tarde e tudo estava bem.
As crianças já tinham tomado seus banhos, o vinho estava posto a mesa e o aroma do jantar era delicioso – um aroma que somente a cozinha de Aundair poderia proporcionar!
Estava tudo muito tranquilo… a vida era pacata… e ele sentia a falta de bons tempos. Já se passavam quase 50 anos! Agora estava casado, condecorado, famoso, rico, era avô… nunca tinha pensado nisso. E lá estava ele com seus pequenos netos agora em sua casa no vistoso bairo dos nobres de FairHaven.
-Vovô! Vovô! Conta pra gente novamente aquela história!? – Diziam as crianças em unisono e sempre com o mesmo brilho no olhar e sempre sabendo que novidades poderiam aparecer.
_Claro meus netos! Tudo começa com o “Era uma vez”!
-”Era uma vez”, uma Taverna! Sim! Uma simples e bela taverna proxima ao Cálice Central de nossa cidade! Sabem aquele resturante luxuoso que de vez em quando nós vamos lá!? O DragonMilk!?
-Sim Vovô! – encantados.
- Pois bem! Antigamente era uma velha e pulguenta taverna comandada por um daqueles pequeninos curandeiros! E nesta taverna sempre passou de todo tipo de gente… aventureiros, magos, caçadores de dragões, vilões e heróis! De todo tipo de gente mesmo! E graças a isso que temos essa magnifica história pra contar!
-Sério Vovô?! – Cada vez mais curiosos.
-Sim meus doces pequenos! – Tomando um cálice de vinho – Graças a esta taverna! Era um lugar onde tudo era possivel! Inclusive aventuras que a nossa Rainha não pode saber! E no caso foi um duelo!
-Ohhhhh! – espanto na cara da criança mais nova.
-Eram duelistas ferossissimos! Talvez o Duelo mais bonito que FairHaven já tenha visto em toda sua história… mas, vocês sabem que é proibido duelar, não?
-Claro vovô!
-Naquele dia, meus netinhos, a lei prevaleceu sobre os duelistas e um deles foi preso, para que a ordem fosse mantida. Na epoca, o melhor dos delegados de policia e o melhor dos investigadores intervieram ao caso.
- E o outro duelista, Vovô? – com uma curiosidade sádica.
- Herm… humpf… Não vem ao caso! Mas o que importa é que o duelista preso depois se tornou um grande amigo dos policiais que eu te falei! E assim começa…
- E os outros Vovô!? – um pouco indignados.
O Avô, percebendo que já tinha bebido somente neste inicio de história uma garrafa inteira de vinho, notou que seus 76 anos de idade não te davam mais o mesmo vigor de antes. E mandou as crianças para a cama…
Foram indignadas, mas ele teve um pouco de tempo para sí após isso e pegou o livro de sua prateleira e começou a folhea-lo como se lembrasse de histórias com um grande amigo. Tinha orgulho, pois o mesmo era autoria sua… e tinha sido o top 5 do Khohamberg Chronicle por 2 meses!
Sentia falta. Não sabia onde os estrangeiros tinham ido parar, mas sabia onde alguns poucos ainda moravam… visitou o tumulo de alguns que deram suas vidas pela causa, procurou nas casas marcadas por informações de alguns outros… mas só conseguiu algumas portas em sua cara.
Mas sabia de uma pessoa que não tinha mudado nada – afinal… ele não podia mudar.
Andou por todo o calice central e adentrou ao DragonMilk – um dos poucos lugares em que era bem recebido – acenou para uma moça que estava no balcão e só fez um sinal para entrar aos “aposentos”.
La dentro estava o seu velho amigo, sentado e tranquilo, olhando alguns moleques brandirem espadas, outros lendo tomos de magia, alguns outros contando piadas mais ao canto…
- Senhor Ir’Levian? – o amigo pergunta com uma dura expressão de felicidade.
- O lata velha! Vem cá e me dá um abraço!
…
…
…
Eram os unicos antigos que ficaram para contar a história aos novos membros da Rosa dos Ventos. Os outros… ninguem sabe!
By Derby
Vilões – Pt. 2
Dando continuidade aos vilões, vamos para a segunda parte da campanha. Essa saga foi que trouxe menos vilões propriamente ditos. Caras com maldades premeditadas. Tanto que sequer nomes tinham os coitados. Toda a ação ficou por conto dos nossos Goblins samurais!
Saga A Jóia do Império
Velho Elfo
Histórico
Havia muito que este elfo de Khorvaire era professor e servia como membro do conselho da universidade de Wynarn. Sempre fora um homem pacato, porém muito racista no que diz respeito aos grupos de monstros (excetuado os goblins que ele sempre admirou pelo império Dakhaani). Com o desastre financeiro que tomou a instituição, ela foi forçada a fazer uma abertura e recepcionar todo tipo de alunos, incluindo gnolls, orcs e coisas do gênero. Decidiu então que deveria livrar-se do reitor. O primeiro plano foi realizar inúmeros assaltos à universidade até seu rival ser assaltado, mas com a intromissão da rosa dos ventos, ele foi obrigado a atitudes mais drásticas.
Desenvolvimento
O homem era um DuskBlade com uns bons níveis, o suficiente para ser uma bela máquina de pancada, chegando inclusive a matar a personagem do Jonh. Fora isso ele trouxe o elemento chave para a resolução do mistério. Eu achei que foi um vilão que marcou pouquíssimo, foi mais um desafio de combate, mas serviu à seus propósitos.
Hobgoblin Demoníaco
Histórico
Eis o típico vilão de malha, algo que o mestre achou legal e desafiador colocar, mas que num tem muita história. Os Portadores do manto, um grupo de goblinóides que queriam restabelecer o império Dakhaani, estavam roubando as peças imperiais da universidade e buscando a Jóia do Império, famoso artefato capaz de libertar uma criatura diabólica. Desta forma, eles eram goblins lidando com demônios, talvez rolasse algum adoração, então por que não o líder deles não ser um meio abissal?
Desenvolvimento
Foi um bom vilão no combate. Deu trabalho e garantiu momentos épicos de ação dentro de uma sala de 4X4. Fora isso, ninguém lembra dele. Outro destaque é que foi um dos pouquíssimos vilões que a Rosa dos ventos chegou a matar e não prender.
Como disse, uma saga vazia de vilões, por isso talvez tenha sido a menos marcante, se não pelo magnífico artefato que acabo sendo confiscado pela rainha, mais cedo ou mais tarde.
Sobre Eberron e seus personagens.
Pois ontem me toquei que não são todos no mundo que estão familiarizados ao mundo de Eberron, logo entender nossos posts é quase que uma tarefa mesopotâmica, pra essas pessoas vem o post de hoje.
Eberron, é um novo mundo de D&D, diferente de Dragon Lance, diferente de Forgotten Realms… Eberron é um mundo para heróis e seus feitos, eles não estão presos a um limite como nas outras dimensões do D20, o que diferencia os PC’s *Playing Characters* dos NPC’s *Non Playing Characters*.
Para os personagens em Eberron, não é incomum saltar mais do que suas pernas permitem, levantar mais peso do que seus braços suportam, ou até mesmo sobreviver a um ferimento mortal.
Quanto a Terra:
A história de como Eberron se formou deixo para o Brito contar, e também sobre os quatro continentes. O mais importante para vocês leitores *Espero que tenham muitos que um dia venham a ver esse post* é conhecer Khorvaire, o continente onde se passa o Aundarian Nights. Sendo antes dividido em cinco reinos, khorvaire é o continente mais habitado. Atualmente Khorvaire é dividida em mais reinos, mas deixo essa parte para o Brito também!
Citarei apenas agora, Aundair, o reino onde se passa a história. Aundair antes ostentava um grande poder. Hoje é um reino que sofreu muito com a guerra limitando muito suas fronteiras. A capital desse reino é a cidade de Fair Haven palco das aventuras da Rosa dos ventos (atual nome do grupo de aventureiros). É um local nada amistoso para forasteiros, por tanto, é difícil ver raças “estranhas” perambulando pela cidade.
No centro da cidade, no bairro chamado “Cálice Central” situa-se o palácio da Rainha Auralla, também a delegacia onde os heróis vão de vez em quando (por bem, ou por mal).
Quanto as raças:
Em Eberron temos muitas raças já conhecidas, aqui criaturas goblinóides são comuns, mesmo por que antes khorvaire era habitada em sua maioria pelos goblins e seus parentes próximos. Mas as que ganham destaque (leia-se: “Raças mais comuns para jogar”) são os seguintes:
Humanos: Sobre os humanos não tem muito o que falar, são humanos e ponto final, não são nem um pouco diferentes desses que você tem por vizinhos, trabalhadores, bandidos, mendigos, políticos e etc…
Changelings: Changelings são raças bem estranhas para quem não está acostumado ao mundo de Eberron, eles são meio humanos meio Doppelgänger (segundo as lendas germânicas de onde provém, é um monstro ou ser fantástico que tem o dom de representar uma cópia idêntica de uma pessoa. Ele imita em tudo a pessoa copiada, até mesmo sua características internas mais profundas. ). Eles tem por característica a pele cinzenta, cabelos ralos e claros (quase brancos), e grandes órbitas esbranquiçadas como olhos. Os changelings possuem a habilidade de transformar seu corpo e obter qualquer aparência que quiserem.
Shifters: Shifters são meio homens meio animais, tendo suas características misturadas. Por exemplo, homens-leão, homens-lobo, etc… Shifters são uma raça que sofre com o preconceito em Fair haven, tendo um bairro miserável apenas para eles (até parece que é algo bom). No calor dos combates eles podem entrar em contato com sua besta interior e liberá-las aumentando mais a semelhança com o animal que eles aparentam ser.
Halflings: Quem conhece o Frodo de Senhor dos Anéis? Ou até mesmo o personagem de Dexter no episódio de D&D? Pois é, são quase idênticos aos halflings de Eberron, com o diferencial de estes não terem pés grandes e peludos. Os halflings daqui, montam dinossauros. O grande diferencial de Eberron.
Elfos: Conhecem os elfos de Senhor dos anéis? Pois aqui a história é diferente, eles em nada se assemelham aos elfos brilhantes e elegantes, aqui eles são mais estranhos, tendo muitos que cultuam a morte, pintando os rostos com figuras que lembram mortos vivos. Algo bem estranho.
Warforgeds: “Homens máquinas”, não são exatamente golens, pois esses tem alma e partes orgânicas. Criados pelos Cannith (Vide Dragon Marks), os Warforged tem partes metálicas e órgãos, sendo uma criação mais do que bizarra, eles falam e interagem com as pessoas tentando simular sentimentos. Assusador mesmo.
Kalashtars: Seres psiônicos, mas a existência deles em Aundarian Nights é um mito anti Brito.
Essas são as raças, mais tarde postarei sobre as Dragon Marks, uma parte MUITO importante a ser citada.
By: Marujo
Após muito tempo.
O Sol já estava alto quando o som do metal batendo encheu as ruas da cidade!
Lionel, montado em seu cavalo guiava o Warforged até onde havia acontecido o incidente na madrugada.
Logo ao chegar, Umbreonni começa a investigar o local.
“Senhor. Acho que encontrei algo.” – O cavaleiro então se dirige ao detetive, ao que este revela um alçapão e um túnel, no meio da rua. – “Acho que a suspeita fugiu por aqui. Podemos iniciar uma investigação agora se o senhor não tiver nenhuma objeção.”
“Não tenho nada contra esta idéia, podemos dar início a busca agora.”
Umbreonni rapidamente entra no buraco, ficando com água até os joelhos.
“Senhor!” – Disse o warforged com um tom de surpresa não comum para ele. Lionel rapidamente olha para trás e vê dois homens desembainhando as espadas e partindo em direção a eles.
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“Temos mesmo que esperar que os dois voltem? Deixe-nos ir afinal, tenho trabalho a fazer” – Começou Juriani já com olheiras de sono – “Um trabalho muito…” – uma breve pausa para um bocejo – “… importante por sinal.”
“Concordo… Suva vai me matar se eu chegar tão tarde… ou cedo… não sei mais… em casa.” – Completou Keran.
“E eu tenho que correr pro meu emprego…” – Tentou Destir.
“Nem pensar, ninguém sai, muito menos você changeling. Além do que, aqueles dois não devem demorar muito.” – Disse Adriani acabando com a esperança dos três, ao que entornava mais um copo.
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A Batalha já havia começado, Umbreonni estava fora do buraco atirando flechas e Lionel tentava segurar o avanço dos dois homens. A luta não demoraria muito a acabar, pelo menos era o que Umbreonni achava.
Isso por que ambos não contavam com a figura que estava assistindo tudo a alguns metros acima de suas cabeças.
Os homens estavam tendo dificuldades para combater o detetive e o cavaleiro, os movimentos dos dois, mesmo não estando em muita harmonia, era o suficiente para rechaçar os adversários.
“Seus molengas, é tudo isso que vocês podem fazer?” – Lionel e Umbreonni se destraem procurando quem havia dito aquilo, encontrando acima do muro que indicava o fim do beco, uma garota loira envolta em trajes pretos os encarava. – “Onde está a MINHA adaga?” – Lionel tem um rápido flashback, com certeza, era aquela garota que ele havia perseguido madrugada a dentro. A garota iria entrar em ação.
Um pequeno descuido, um dos homens já levantava a espada para golpear Lionel, o cavalo assustado rapidamente se empina, obrigando o Cavaleiro a segurar as rédeas com mais força, o tempo exato para que o Warforged desferisse uma flechada no peito do agressor, fazendo o cair de costas. Nesse mesmo momento a garota já estava sacando uma adaga para pegar Umbreonni pelas costas, quando Lionel golpeia a arma com sua espada, cancelando assim o ataque surpresa.
A Garota em resposta ao ataque pula para o buraco, tentando escapar uma segunda vez, enquanto o outro inimigo corria em direção as outras vielas.
“Eu pego a garota senhor.” – Disse Umbreonni começando a perseguição.
“E eu o outro palhaço!” – Responde Lionel, fazendo seu cavalo correr na mesma direção que tomara o fugitivo.
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O Warforged se expremia pelas paredes inundadas do pequeno túnel, logo atrás da garota, até que ambos saem para uma área mais ampla, Umbreonni calculava rapidamente, estava no esgoto é claro.
Encontrões, água e mais água, piruetas e manobras para tentar escapar e contra manobras para prender. Braçadas, pernadas. Água, muita água.
A Garota precisa respirar. Já o warforged não tem problemas com isso, não demora muito até que o warforged saia da água com a garota imobilizada.
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Lionel cavalga novamente pelas vielas, dessa vez estava claro, não seria problema capturar o fugitivo. O homem é vencido pelo cansaço.
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“Eu sei meus direitos e eu não vou ficar aqui! Ninguém vai me segurar” – A marca do Órien começava a brilhar.
Quando em meio ao tumulto Umbreonni e Lionel chegam, com três prisioneiros.
Destir: “Meu chefe vai me matar…”
by: Marujo
Vilões – Pt. 1
Caros, inalguro a nova seção Making Off, que servirá para colocar sobre os vilões, Npcs e histórias contadas por quem os criou: Nós! Isso mesmo, fiquem a vontade para postar também suas boas idéias e contribuições. Começo, pelo que estava faltando, os Vilões!
Saga Porto da Caveira
Kreelo
Com certeza a figura mais emblemática da saga. Um NPC já existente no cenário que resolvi colocar para dar um sabor mais Eberron na aventura. Vilão por excelência, o changeling era o inimigo público número um de Fairhaven e líder da guilda Porto da Caveira.
Histórico
A organização criminosa foi a porta de entrada de Kreelo na cidade. Na época o líder era um Anão cruel e temido. Rapidamente o Chageling tornou-se o maior expoente da nova geração da Guilda, chamando atenção do então líder, chegando ao posto de segundo em comando.
Kreelo ficou conhecido por seu carisma. Tratava os outros membros como amigos e irmãos, tendo em especial uma relação de amizade muito profunda com o jovem Alex. Com a prisão do Anão, Kreelo assumiu o comando, reconfigurou a guilda e passou a desenvolver suas atividades criminosas com o intuito do enriquecer e sair da cidade.
Desenvolvimento
A idéia não era que ele fosse uma Crime Mastermind, mas um cara de ação, por isso ser um NPC poderoso em questão de ficha. Um cara que vendia seus serviços a quem quer que estivesse interessado em resolver as coisas de maneira ilegal. Tudo que ele queria era pegar uma grana e sair da cidade para sempre, viver tranqüilo em algum lugar do interior, e estava bem perto disso quando seus planos foram arruinados pela Rosa dos Ventos. Isso o deixou com um conflito pessoal com os aventureiros.
No fim acho que ficou um Vilão bem simples, porém muito bacana, marcante e apto a retornos para vinganças. Me lembra muito aqueles vilões de quadrinhos da marvel. Sem profundidade, porém foda.
Tenente Coronel Ir’Levian
Momento conflito moral da história. Ele sim era para ser o grande gargamel, mas o seu tom demasiado humanizado e dramático tirava agente de Eberron e colocava em um lugar comum das minhas aventuras.
Histórico
Esse cara não tinha uma história muito bem definida além do básico: Herói de guerra, alto posto do exército, pai de família, conservador e que ama seu país. O único diferencial é que durante a guerra ele conheceu outra fé: A chama sagrada. Em eterno conflito por ser fiel a uma crença proibida em sua cidade natal. Acabou conhecendo Kreelo em suas idas a igreja abandonada, aonde forjaram uma aliança baseada na fé (Kreelo o enganou como um fiel da chama). Graças a essa amizade Ir”Levian passou a desviar dinheiro do exército para financiar os planos de Kreelo, e até introduziu sua própria filha à guilda. Finalmente em desgraça, com a Rosa dos Ventos destruindo todos os planos, o Tenente Coronel não suportou e suicidou-se na igreja.
Desenvolvimento
Ficou com a função de filho da puta que se revela na parte final, como aquele cara de dentro que estava ajudando o tempo todo. Fora isso, não foi importante para o desenvolvimento da história e nem foi tão marcante, mas proporcionou um dos raros momentos em que um player iniciante como o Eraser mostra uma interpretação muito acima da média. Uma curiosidade que na época ninguém percebeu é que ele e o delegado Adriani são primos distantes, ambos Ir’Levian.
Sabrina Ir’ Levian
Garota que a primeira vista parece problemática, mas se revela mentirosa e manipuladora como toda boa personagem mulher deveria ser.
Histórico
Há uma grande diferença entre a história real e a que ela conta. A verdade é que sempre fora criado com muito carinho e mimo por seu pai até que floresce a amizade com Kreelo. Como prova de confiança o Tenente Coronel introduz sua filha como membro da guilda. Lá ela aproveita de sua condição de “coitadinha” e começa a manipular o restante dos membros, principalmente Alex, que fica extremamente apaixonado por ela e sua falsa história de garota rebelde. Segundo a anedota, ela estava fugindo da autoridade do pai, e só fazia estes serviços para conseguir dinheiro e fugir do país com seu grande amor.
Desenvolvimento
Ela serviu para os momentos de skill social, e proporcionou também todo o conteúdo de filhadaputagem que os vilões precisam ter, chegando a trair o próprio pai e irmãos de guilda para salvar a própria pele. Enganou a todos com sua historinha bastante plausível, colocando Alex em maus lençóis e conseguindo finalmente fugir. Ela tem tudo para voltar um dia com uma vingança diabólica! (hehehehe)